segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Conceber as organizações, contemplando a participação do homem no processo de gestão


Inicialmente houve uma breve abordagem de uma das ramificações que a psicologia geral sofreu devido às diversas transformações que ocorreram e continuam ocorrendo em nossa sociedade, fatores esses que serviram de embasamento para que surgisse a psicologia das organizações que visa além de estudar o comportamento do homem dentro da organização, seu comportamento exterior a esta e o que isso pode influenciar em sua maneira de trabalhar ou o motivar a trabalhar.

Após esse comentário a pesquisa abordou o programa de qualidade de vida no trabalho, mostrando seus benefícios.

Por fim foi aplicado um questionário ao setor de estacionamento do North Shopping para que fosse possível constatar como é importante que os gestores dêem a devida atenção a todos os colaboradores de suas empresas, visto que é por meio deles que a organização consegue se manter em meio a um mercado tão globalizado e competitivo como o atual.

Concluiu-se que o serviço dos orientadores de tráfego do estacionamento do North Shopping é um trabalho bastante útil para os usuários deste setor do shopping, pois transmite informações e auxílio. Isso gera satisfação para os funcionários, pois se sentem orgulhosos por poderem contribuir com a vida de outras pessoas.
Por outro lado, é um trabalho cansativo, tanto para os orientadores quanto para as caixas, por exigir que o trabalhador fique horas em pé, como é o caso dos orientadores, e exigir horas sentadas em uma cabine fechada, como é o caso das caixas. É também um trabalho estressante para os dois tipos de funcionários, pois, quando é o caso, os obriga a ouvir calado injustamente desaforos que às vezes são para a empresa, mas que eles acabam levando a culpa por ela representarem.
E é por isso que a qualidade de vida no trabalho é tão importante, pois contribui para a diminuição do estresse dos trabalhadores, acabando por beneficiar também os clientes que procuram o estacionamento.

Com orientadores e caixas relaxados, desestressados e, consequentemente, mais dispostos, o serviço do estacionamento só tende a melhorar cada vez mais. Tudo isso graças ao bom relacionamento e preocupação com a qualidade de vida no trabalho que o gestor tem por seus funcionários, essencial para o progresso da empresa.


Roberta Natália, Francisco Cláudio, João Odirlei, Geórgia Mayara, Izabel Cristina

Conhecer as Organizações Contemplando a Participação do Homem no Processo de Gestão


A gestão de pessoas depende de vários aspectos, como a cultura que existe em cada organização, a estrutura organizacional adotada, as características do contexto ambiental, o negócio da organização, a tecnologia utilizada, os processos internos e uma infinidade de outras variáveis importantes.
A grande meta do gestor é desenvolver métodos que valorizem o ser humano como pessoa, profissional e cidadão. No entanto, sua atribuição não tem foco somente nos funcionários, mas também em como a empresa se relaciona com a sociedade com os credores, parceiros e sócios.
Desta forma, o papel do gestor tem como foco a responsabilidade social. Identificar qual o entendimento que os colaboradores têm deste assunto e aprimorar a gestão de pessoal responsável dentro da empresa.
Muitas empresas ainda estão em processo de desenvolvimento de seus programas sociais. Mas é indispensável o envolvimento dos gestores proporcionando uma boa qualidade de vida no trabalho através da empregabilidade e benefícios concedidos aos funcionários. Levando os funcionários a participarem como voluntários de programas sociais das iniciativas externas da empresa.
Os maiores desafios encontrados pelos gestores se referem aos recursos ambientais, organizacionais e individuais.
Como vivemos em um mundo capitalista, o foco de cada empresa está voltado para o lucro. Existe um grande esforço por parte dos gestores para que as empresas assumam valores éticos, respeitando seus funcionários, protegendo o meio ambiente e comprometendo-se com a sociedade. Os funcionários, clientes e a comunidade passaram a serem vistos como sócios passando a compartilhar resultados.
Concluímos em nossa pesquisa que a responsabilidade social está sendo amplamente discutida no meio empresarial. Estudos vêm sendo realizados para entender porque as empresas estão desenvolvendo ações socialmente responsáveis visando seu público interno, comunidade, sócios, clientes e fornecedores.


Ana Geska Vieira dos Santos
Ticyane Maia
Hosana da costa Barbosa
Júlia Michele Vieira Cabral
Luiz Harley Albuquerque
Francisco José Alves Cassiano

Gerenciar o comportamento humano, visando alcançar os resultados esperados


Buscando gerir tais resultados busca-se aplicar métodos especiais e de caráter psicológico como a Psicologia Organizacional que utiliza de princípios científicos para uma melhoria e o entendimento do comportamento humano, pois tal comportamento sempre afeta na empresa e nos seus rendimentos trabalha-se dentro de tal Psicologia a Escola Behaviorista, escola essa norte americana e o termo Behaviorista vêm da palavra Beavior que em português significa comportamento, escola comportamental que analisa o comportamento através dos estímulos vindos do meio exterior.
Existe também o condicionamento, fenômeno que faz as pessoas agirem de forma repetitiva sem darem conta do que fazem ou o porque fazem, ou seja, o ser humano habitua-se ao que faz e com o tempo se torna seus atos automático. Condicionamento se divide em duas partes, uma é o Condicionamento Clássico, extintivo age de forma ao ambiente externo, de adequando as medidas proporcionadas, outro é o Condicionamento Operante, baseado no comportamento dado após a uma ação ou comportamento do colaborador.
Trabalha-se também o Processo de Socialização, sendo usado em algumas empresas buscando realizar no profissional melhor relacionamento dentro da empresa e uma relação agradável com todos, sendo realizado em treinamentos através de dinâmicas ou mesmo na forma de selecionar um novo trabalhador, devido conhecer a forma que ele vai agir e como ele é de verdade.
Outra forma de conseguir os resultado seria através do processo de motivação do profissional,buscando atender as necessidades do mesmo e analisar a situação de cada setor, motivando o colaborador as vezes com algo simples como um prêmio de melhor funcionário ou até mesmo palavras de gratidão proferidas por seu superior daria uma melhoria na confiabilidade do mesmo e, também, existe o caso de estimular o próprio profissional conhecendo suas qualidades e trabalhando-as, formando um profissional capacitado e com o melhor conhecimento em sua área e ate mesmo em outras dentro da empresa. O processo de motivação seria de certo modo fácil mas exigiria mais do chefe em conhecer os pontos onde se possa motivar.


Antonio Aryennizio, Luis Alberto, Marcio Bruno, Ely Junior e Victor Barros

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Gerir as empresas identificando as múltiplas percepções do indivíduo


Este projeto foi baseado numa pesquisa com 58 pessoas entre homens e mulheres acima de 18 anos da empresa TNL Contax S/A, com cargos de operação e supervisão e tempo de empresa variando de um mês a quatro anos e oito meses.
Nosso intuito foi mostrar gestão com a visão na Gestalt, Relacionamento Interpessoal, suas Percepções e Perspectivas no Ambiente de Trabalho e Qualidade de vida no Trabalho (QVT).
Conceito da Gestalt:
A Gestalt afirma que a soma das partes não é igual ao todo, e que este é regido por suas próprias leis.
• Exemplo: O próprio trabalho em equipe: não é apenas um conjunto de textos desconexos, é algo mais completo e consistente.
A Gestalt nas empresas pode ser utilizada para se entender como as pessoas que trabalham nelas conseguem percebê-las, estudando os comportamentos e percepções das pessoas como um todo.
Relacionamento Interpessoal:
Habilidade no trato com as pessoas independente do nível hierárquico, profissional ou social, influenciando positivamente e demonstrando respeito à individualidade, compreensão, convivência harmoniosa, tolerância e ausência de atritos interpessoais.
Finalidade - Tornar o trabalho um local mais estável e dinâmico evitando conflitos.
Criar um ambiente onde todos atuem não apenas em benefício próprio mais da organização como um todo.
Percepções e Perspectivas no Ambiente de Trabalho:
Percepção: Ato ou faculdade de perceber situações, prestar atenção, olhar para frente, seguir, imaginar ter idéias.
Perspectiva: Arte de representar num plano os objetos tais como se apresentam à vista, guardadas as distâncias e situações, promessa, esperança.
Burnout ( Esgotamento Profissional):
Ø É definido com uma síndrome psicológica decorrente da tensão emocional crônica no trabalho.
Ø Trata-se de uma experiência subjetiva interna que gera sentimento e atitudes negativas no relacionamento do individuo com seu trabalho (insatisfação, desgaste, etc.).
• Percepção seletiva: cada pessoa seleciona, organiza e dá sentido ao mundo que rodeia.
Qualidade de Vida no Trabalho:
O termo QVT, qualidade de vida no trabalho, surgiu por volta de 1970 com a finalidade de facilitar e atender as necessidades do trabalhador.
Bem como desenvolver atividades na organização, tendo como idéia básica o fato de que as pessoas trabalham de modo mais produtivo quando se sentem mais motivadas, satisfeitas e envolvidas com seus trabalhos.



“As pessoas diferem na maneira de perceber, pensar, sentir e agir. As diferenças individuais são, portanto, inevitáveis com suas conseqüentes influências na dinâmica interpessoal. Vistas por um prisma mais abrangente as diferenças individuais podem ser consideradas intrinsecamente desejáveis e valiosas, pois propiciam riquezas de possibilidades, de opções para melhores maneiras de reagir a qualquer situação de problema.”
(MOSCOVICI, Fela. 2002, p. 145.).

Sala - 7
Alexsandro Santana Castro
Antonia Lidiane da Silva Macêdo
Francisco Daniel Souza Fernandes
Nayana de Fátima Sousa Antunes
Robson Vasconcelo de Menezes
Veridiana Silva Lima Braun

Conceber as organizações, contemplando a participação do homem no processo de gestão


Não há dúvidas de que estamos vivenciando inúmeras transformações no mundo empresarial e organizacional, a cada dia, o mercado se torna mais competitivo. Com a globalização as empresas sentem-se na obrigação de estar sempre em busca de inovações, de um diferencial. Apesar de desfrutar de toda a tecnologia disponível, esse grande diferencial é o homem. É ele que tem a capacidade de se adequar a todos os contextos.
Podemos concluir que, a liderança é o grande diferencial de um gestor, não só no sentido de agrupar pessoas, e fazer com que elas simplesmente atinjam os objetivos da empresa, mas principalmente, procurando entender as particularidades de seus colaboradores, e todas as suas necessidades, dessa forma ele conseguirá harmonizar o ambiente, integrando funcionário e empresa. Mas isto não é tão simples, vimos ao longo deste trabalho que a maior parte das empresas está sempre focada na produtividade, metas a serem alcançadas enquanto do outro lado os funcionários estão mais preocupados com suas necessidades. Não restam dúvidas que, gerenciar pessoas é uma das tarefas mais difíceis para um gestor.
Um funcionário nos disse a seguinte frase: “a senhora vive um fogo cruzado.” Acredito que essa frase ilustra perfeitamente o papel do gestor, estamos sempre em busca do equilíbrio, pois temos que atender as necessidades do funcionário e da empresa fazendo com que eles se alinhem para lograr êxito.
Através desse trabalho pudemos perceber e entender melhor os anseios daqueles que lideram. Trabalhar é um ato de necessidade, não só a necessidade de sobrevivência, mas principalmente a necessidade de ser útil, ser reconhecido como alguém no meio em que se vive.
Fizemos análises através de gráficos que mostraram o lado financeiro é um fator importante para o desempenho em uma determinada função, mas que a amizade com os demais colegas de trabalho contam como positivo para o desenvolvimento de uma função. A uma questão de valor pessoal em contra partida ao salário, pois quando bem pago o funcionário é sente-se valorizado, em caso contrário sente-se desvalorizado. A rotina deve ser observada como um fator para a permanência em um local de trabalho, rever as mesmas pessoas, realizar o mesmo percurso e no mesmo horário ao ir trabalhar faz com que alguns dos funcionários entrevistados permaneçam em seu emprego independentemente de outros fatores como salário por exemplo.
Nossa proposta com este trabalho é mostrar que as empresas precisam começar a ver os seus funcionários como um ser humano, que é a peça mais importante dentro de uma organização.



Equipe Sala 07:
Bruno Ximenes
Dyanne Nair
Fábio Parente
Girlano Márcio
João Batista

Novos tempos, novos modos de gerir pessoas


O processo de gerenciamento de pessoas teve seus primórdios na revolução industrial, com gestores altamente inabilitados por utilizarem a política do medo, rigidez e da penalidade.
Hoje o grande desafio desse profissional é compreender o papel do verdadeiro gestor, pois passamos por um processo de ruptura onde as organizações estão mudando para fazer face à crescente competitividade.
O líder, do novo milênio deve estabelecer suas metas, atingir objetivos previamente discutidos com a equipe de trabalho, tomando decisões compartilhadas e, acima de tudo, ter um gerenciamento participativo.
Na avaliação de Alexandre Pinheiro, chefe de uma empresa de TI, num grupo de trabalho tem que ter companheirismo como requisito fundamental para a construção de uma equipe vitoriosa, para Alexandre: Um líder que transmite aos liderados otimismo, boa convivência, uma relação harmoniosa, consegue transformar um ambiente ou uma situação negativa em resultados positivos.
Para um trabalho em conjunto é preciso ter uma capacidade de se trabalhar em coletividade, fazendo necessário conhecer mais de perto o pessoal com quem se vai trabalhar, caso contrario, as ações serão comprometidas devido à falta de entrosamento.
Um líder tem que agir como colaborador, facilitador, participativo, em busca do consenso criativo e motivador, têm que saber que todos os seres humanos são diferentes e como tal têm necessidades, sonhos, anseios e expectativas também diferentes.
Por fim apoiaremos o que diz Pedro Demo no seu livro, Metodologia do Conhecimento Científico: “O Conhecimento é o produto mais incisivo do ser humano em termo de capacidade de manipulação e domínio da realidade, mas, ao mesmo tempo, sua arma mais mortal contra os outros e contra si mesmos. Para ser grande, precisa, sobretudo, saber o quanto é pequeno, arriscado e muitas vezes fútil”.
Carlos Vieira, Bruna Jéssica, Ediana Moraes, Jefferson Mariano, Natália Nogueira e Tarciana Santos

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Aperfeiçoamento da máquina humana


Autor: Fábio Parente Simão

(Psicologia Aplicada)


O processo de modernização social, caracteriza-se, fundamentalmente, pela consolidação da economia capitalista e do estado moderno, o que significa dizer que o modo de produção capitalista constituiu-se no grande marco diferenciador da era moderna.

Nessa época o homem deixou de ser visto como um ente que apenas atendia aos desígnios divinos, era como se o corpo tivesse um valor sagrado, passou-se a ver esse mesmo corpo como uma máquina, um instrumento para a consolidação do então, novo sistema, o capitalismo, é ai também que começa a exploração do homem como trabalhador, que vende seu corpo em troca de sua subsistência.

Começa então uma busca quase que incessante ao aperfeiçoamento dessa máquina humana, pois com o advento da Revolução Industrial e a emergência de novas tecnologias de produção, o corpo do trabalhador é cada vez mais solicitado como peça imprescindível da engrenagem industrial capitalista, essa busca desenfreada pelo aperfeiçoamento do homem chega ao seu extremo com Hitler e o nazismo que idealizavam a criação de uma raça modelo, uma raça pura, de superioridade ariana.

No inicio dos anos 1960, temos a era pós-moderna, nesse período começa um movimento de resgate da corporeidade, de revalorização e reformulação de sua dimensão, tendendo a relações mais livres e emancipadas entre os corpos, a sociedade e a cultura, o corpo deixa de ser tratado como máquina a serviço da produção e passa a ser visto como corpo-consumidor, exemplo disso é o mercado cada vez mais lucrativo de cosméticos, as clinicas de cirurgia plástica, as academias de ginástica e etc., é a época do narcisismo.

Fica evidente nesse período, o extremo oposto do sentido e função dados ao corpo no inicio da era moderna e do capitalismo, nesse momento da história, o corpo não apenas deixa de ser tratado como um instrumento de produção, ele simplesmente passa a ditar padrões de beleza na sociedade.

Não há dúvidas de que o homem, ou seja, o corpo, foi de fundamental importância para o nascimento, crescimento e sustentação do capitalismo como modelo econômico, e é exatamente por isso que não podemos nos tornar escravos desse modelo que criamos, não podemos aceitar que ele nos tire o senso crítico, por exemplo, não temos que aceitar nem muito menos nos adequar a qualquer custo à tudo o que nos é imposto e ditado como padrão de beleza, pois se assim fizermos, corremos o sério risco de estarmos criando um pequeno Hitler dentro de nós mesmos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Expressões artísticas nas empresas


Autor: Lucas Guedes Martins

(Psicologia Aplicada)


Atualmente algumas empresas estão investindo e estudando formas de melhorar a qualidade do atendimento aos clientes, pois muitas empresas seguem o atendimento ao cliente de uma forma padrão e antiga, sempre usando os mesmo termos e respostas, causando assim uma certa insatisfação por não oferecer um atendimento mais dinâmico e lógico.
Sabemos que é comum , que funcionários passem horas excessivas em seu local de trabalho, gerando um certo grau de stress devido a pressão constante de sua rotina na empresa.Com tanto stress muitos funcionários acabam tendo alguns distúrbios de sono, problemas físicos (desde problemas de pele, queda de cabelo, passando por problemas, sexuais, estomacais, intestinais, hormonais, cardíacos - um infarto, por exemplo, pode matar, distúrbios na alimentação, na comunicação até problemas emocionais (depressão, ansiedade, pânico, vícios...).
Para reverter esses tipos de problemas, as empresas resolveram investir mais em terapias e tarefas dinâmicas, apostando em uma melhoria no atendimento, assim trazendo resultados positivos como: Satisfação do cliente e maior produção nos serviços. A arte terapia nas empresas tem por objetivo, que cada funcionário possa: desenvolver sua criatividade, aumentar a auto estima, trabalhar seus medos, trabalhar a comunicação, melhorar relacionamentos, descoberta de seus potenciais, diminuição do stress e melhoria na qualidade de vida.
A arte terapia é um tipo de psicoterapia que utiliza a expressão artística como instrumento terapêutico: cantar, dançar, desenhar, pintar, esculpir, recitar, representar e escrever. São desde sempre, expressões humanas primordiais. Os diversos meios utilizados permitem ao inconsciente expressar-se e revelar aquilo que até então não era consciente, facilitando e enriquecendo o processo terapêutico. Recorrer às metáforas e ao simbólico através da expressão artística permite aos funcionários com alguma resistência a expressão verbal, uma possibilidade de mostrarem os seus sentimentos de uma maneira alternativa e de certa forma divertida, facilitando assim uma reparação das problemáticas.
Pesquisas comprovam que as empresas que adotaram a arte terapia como suporte tiveram um grande retorno, tanto na produção de serviços, como na qualidade do atendimento ao cliente.

Expressões artísticas e teleatendimento


Autora: Luciana de Castro Silveira

(Psicologia Aplicada)

Na sociedade de hoje percebe-se que a qualidade de vida e a saúde são pontos muito importantes que envolvem dimensões física, intelectual, emocional, profissional, espiritual e social. No ambiente de trabalho práticas inadequadas geram impactos negativos na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira da empresa. Uma má qualidade de vida no trabalho gera baixa motivação, falta de atenção, diminuição de produtividade, ausências e afastamento por doenças originadas do trabalho.
Os programas de qualidade de vida existem para gerar estratégias com o intuito de promover um ambiente que estimule e dê suporte ao empregado e a empresa, conscientizando sobre como a saúde está diretamente relacionada à sua vida profissional.

Os programas de QVT só trazem benefícios:
· Melhoria na produtividade
· Empregados mais alertas e motivados
· Melhoria na imagem corporativa
· Menos absenteísmo
· Melhorias das relações humanas
· Baixas taxas de enfermidade
· Redução do stress

Qualidade de vida → Bem estar físico → Harmonia → Equilíbrio nas relações familiares → Equilíbrio nas relações laborais → Equilíbrio nas relações dentro da comunidade.

Teleatendimento

O teleatendimento vem sendo desenvolvido nos chamados call centers ou centros de teleatendimento. O setor econômico incorporou milhões de trabalhadores em todo o mundo e organizou estruturas de atendimento ao público baseadas na interface telefônico-informática (telemática), tornando-se a principal forma de contato para negócios entre a grande maioria das empresas privadas e públicas e seus clientes e/ou usuários. São inúmeros os ramos da economia envolvidos: telefonia, serviços de utilidade pública, bancos, grandes indústrias, grande comércio, entre outros.
Os call centers de hoje são formados por um público maior de jovens, jovens do sexo feminino, que na maioria das vezes está à procura do primeiro emprego.
São profissionais que passam por um treinamento para adaptação do sistema e conhecimento sobre os procedimentos adotados pela empresa.
O teleatendimento é um trabalho mal renumerado, stressante e que exige muito do seu estado psicológico, pois não é fácil lhe dar com personalidades diferentes.

Alguns componentes de atividade:
· Pressão de tempo
· Controle rígido de desempenho: “qualidade no atendimento”, amabilidade, paciência, assiduidade e tempo “logado”.
· Restrições ao diálogo (scripts).

Fatores que geram patologias
· Forte solicitação da memória e da atenção.
· Ritmos acelerados
· Monitoramento eletrônico constrangedor
· Deficiência do processo de comunicação.
· Falta de ginástica laboral.

As empresas deve dar FOCO a QVT, pois estão lhe dando com pessoas e não com máquinas.

Ciência e Senso Comum


Autora: Mary Mie Ito dos Santos

(Psicologia Aplicada)

De acordo com o filósofo Descartes, “Penso, logo existo”. Sua solução era inaceitável, pois não explicava ainda como e porque algo físico poderia ter um duplo papel, interface entre mente e corpo.
A perspectiva de senso comum acerca o mental, derivada da psicologia popular – ou seja, a descrição do mental através da teoria habitual que todos possuímos e pela qual explicamos os comportamentos alheios recorrendo às idéias comuns de “intenção, crença, desejos”, etc. Trata-se de reconciliação entre ciência e senso comum, cuja convivência deixou de ser problemática a mistura entre a ciência e senso comum, quase sempre deparamos com dificuldades inusitadas e confusões conceituais.
Em nosso dia-a-dia formulamos uma série de opiniões a respeito de tudo que nos cerca e que geram infinidade de conceito aos poucos vão se tornando parte dos conhecimentos popular. Contudo, nem todos os conhecimentos integrantes do senso comum são irrelevantes, já que partem da própria realidade, algumas são de fatos preciosos, faltando, sobretudo, o rigor, o método, objetividade e a coerência típicas do senso crítico.
“ O senso comum e a ciência são expressões da mesma necessidade básica, a necessidade de compreender o mundo, a fim de viver melhor e sobreviver. E para aqueles que teriam a tendência de achar que o senso comum é inferior à ciência, eu só gostaria de lembrar que, por dezenas de milhares de anos, os homens sobreviveram sem coisa alguma que se assemelhasse à fundadores, está colocando sérias ameaças à nossa sobrevivência ”. Rubens Alves (Filosofia da Ciência, p. 16)
“A ciência parte do senso comum, sendo que é justamente a crítica ao senso comum que permite que esse seja corrigido ou substituído. Assim toda ciência é senso comum esclarecido.” (Karl Popper)
O que espera é que um senso comum esclarecido e uma ciência coerente com as realidades sociais; um saber prático que dá sentido e orientação à existência e a prudência para encontrar o bem comum. Depois de romper com senso comum, à ciência deve transformar num novo e melhorado senso comum, assim, a praticidade do senso comum com o método e o rigor típicos da ciência e da filosofia.